terça-feira, 9 de junho de 2009

Etiqueta Empresarial


Como se portar no ambiente de trabalho

Se duas pessoas de igual capacitação técnica estiverem concorrendo a um lugar no mercado de trabalho, qual delas se sairá melhor? A que melhor souber se apresentar e tratar as pessoas

Tão importante quanto ser especialista no que se faz é ter uma boa postura profissional. Ninguém está livre de cometer gafes, mas ficar atento a alguns detalhes de comportamento evita deslizes que, em determinadas situações, podem ocasionar ‘prejuízos’ graves. Afinal, para iniciar um bom trabalho, nada como começar com uma boa impressão, e para isso, a etiqueta empresarial é essencial.

A etiqueta empresarial permite ao profissional tornar-se agradável, viver com mais segurança e espontaneidade. Ela mostra que a boa apresentação pessoal, tanto no que se refere a atitudes quanto ao modo de se vestir, é o resultado do balanceamento ideal entre o bom gosto e o bom senso. A mesma capacidade que o profissional tem para ocupar o cargo deve transparecer na sua preocupação em se autoproduzir para exercer sua função adequadamente.

A coordenadora do cursos de Secretariado Executivo Bilíngüe da Metodista, Ana Maria Santana Martins, defende que todo profissional bem-sucedido sabe que é indispensável estar preparado para as mais diversas situações do convívio social. “É a inauguração de uma unidade de trabalho, o almoço de negócios, jantares, viagens e inúmeras outras possibilidades que podem se transformar em oportunidade e conseqüente sucesso profissional ou um vexame, por não saber como se comportar adequadamente diante dessas situações”, revelou a professora.

Os especialistas costumam dizer que se duas pessoas de igual capacitação técnica estiverem competindo por um lugar no mercado de trabalho, terá mais chances de sucesso aquela que melhor souber se apresentar e tratar as pessoas. O conhecimento e a prática das normas que regem o comportamento no mundo dos negócios geram benefícios imediatos, facilitam o trato com clientes, ajudam os profissionais a se portarem com confiança e naturalidade em qualquer circunstância da vida profissional, melhorando o relacionamento entre colegas ou entre chefes e subordinados da mesma empresa.

“As pessoas que não dominam a etiqueta profissional, na maioria das vezes, nem se dão conta das gafes que cometem, denunciando sua falta de traquejo e refinamento, prejudicando sua carreira e arranhando a imagem da empresa onde trabalham”, contou a professora Ana Maria. “O mundo de hoje é das pessoas que fazem acontecer, daquelas que se comprometem, se engajam em causas justas, dos que têm vontade de aprender e de serem cada vez melhores.”

Dicas de etiqueta empresarial:

* Pontualidade é ponto de honra
* Roupas discretas, sem modismos
* Nunca se esqueça de que a primeira impressão é a que fica
* Tenha sempre cartões profissionais disponíveis
* Porta aberta não significa "entre"
* Pare à porta, sorria, peça licença. Ao ser autorizado entre, cumprimente com um "bom dia" ou expressão adequada para o horário, mas só estenda a mão se o interlocutor o fizer primeiro, e só se sente se for convidado por ele
* Ao conversar olhe nos olhos
* Aprenda a ouvir
* Não se distraia durante a conversa
* Postura: não cruze os braços, não se sente de qualquer jeito jogando o corpo na cadeira (mesmo se estiver cansado), como também não se sente na beirada da cadeira. Ao sentar-se esteja bem acomodado, porém ereto e de forma adequada

Confira mais dicas no site: www.catho.com.br

Fonte: http://www.metodista.br/jornal-metodista/87/etiqueta-empresarial-como-se-portar-no-ambiente-de-trabalho

VEJA TAMBÉM ESTA APRESENTAÇÃO:

- ABC da Etiqueta Empresarial

quinta-feira, 4 de junho de 2009

A Arte de se Controlar

Listar receita e despesas, mais do que um cuidado necessário, pode ser uma caixinha de surpresas, especialmente para marinheiros de primeira viagem. A diferença entre o estimado, ou orçado, e o realmente gasto vai ser muito grande. Com a prática, a diferença vai diminuir. No entanto, dificilmente desaparecerá, devido aos imprevistos.

Na prática as receitas tendem a diminuir enquanto as despesas quase sempre aumentam...

Como primeiro passo é importante a leitura dos artigos selecionados para entrar no espírito da coisa !

Controlando os impulsos consumistas

Respeito ao orçamento agora é fundamental

Como nem tudo pode ser previsto, o ideal é reservar uma coluna para as despesas que serão orçadas no início do mês, deixando espaço para a data de vencimento das despesas e outra coluna para as despesas efetivamente feitas no período. Esse controle evita aborrecimentos futuros, principalmente com dívidas com compromissos que poderiam ser adiados, sempre que o controle do orçamento for utilizado.

Nesse ponto você pode escolher para começar com o exemplo hipotético de orçamento doméstico já preenchido de um casal com um filho ou uma planilha em branco para você preencher e fazer o seu orçamento doméstico.

Orçamento do casal com um filho

Seu orçamento


Fonte: http://www.economiadomestica.com.br

Homens, Mulheres e o Dinheiro

Desde cedo, cada sexo aprende a lidar com as finanças da maneira determinada por nossa cultura patriarcal. Mesmo quando conquistam a independência financeira, muitas mulheres ainda se sentem inseguras para administrar o que ganham e comprar o que querem. Neste artigo, a psicóloga Lana Harari esmiúça os mecanismos perversos por trás das atitudes em relação ao dinheiro

Cada pessoa tem seu próprio “modelo de dinheiro”, marcado por idéias, sentimentos e comportamentos muito pessoais. Ainda assim, é possível fazer uma classificação de acordo com algumas características comuns e que mais se destacam em seu comportamento: há gastadores compulsivos, poupadores, avarentos, endividados crônicos, generosos que gostam de presentear os outros, apostadores etc.

Além das diferenças de personalidade financeira, existem variáveis ligadas a gênero que afetam o relacionamento entre homens e mulheres. Conhecê-las pode ajudá-los a evitar conflitos e mesmo a resolvê-los.

A psicoterapeuta americana Olivia Mellan explica que a diferença já começa na infância, quando o menino e a menina devem construir sua “fronteira pessoal”: como ambos ainda são criados, de forma geral, por uma mulher (a mãe), o menino deve lutar para se diferenciar dela e afirmar sua pertinência ao sexo masculino, enquanto a menina não precisa fazer esse esforço. Isso faz com que, mais tarde, as mulheres levem mais em conta o que eles pensam, enquanto os homens se sentem mais independentes para tomar decisões: um homem pode muito facilmente sair e comprar um carro novo ou uma TV, por exemplo, sem consultar a mulher, e criar, assim, uma complicada situação com ela, que fica ressentida por não ter sido considerada.

Além disso, como nossa sociedade de herança patriarcal tem uma organização sexista, nela homens e mulheres são educados de modo diferente: o menino é encorajado a ser independente e competitivo e a menina cresce se sentindo mais vulnerável e responsável pelo outro. Os homens, criados com a crença de que serão naturalmente capazes de lidar com dinheiro quando adultos -- sem que ninguém lhes explique como eles farão isso! --, sentem-se mais livres para fazer o que querem, sem culpa. Então, preparados ou não para administrar sua vida financeira, eles gastam no que desejam e, quando se endividam, atribuem o problema à falta de sorte ou ao patrão que lhes paga pouco. Já as mulheres, desprovidas desse “dom natural” que os homens têm, recriminam a si mesmas e consideram que suas dificuldades se devem à sua incompetência.

Com a transformação dos valores da sociedade e do crescimento de sua atuação no mercado de trabalho, as mulheres ganharam independência financeira e passaram a acreditar que essa qualidade necessariamente viria acompanhada de ganho de poder e de liberdade para fazer o que quisessem. Entretanto, como explica a psicóloga argentina Clara Coria, independência não é sinônimo de autonomia. É por isso que elas ainda não conseguem fazer uso dos recursos obtidos graças a essa independência, de acordo com os próprios critérios. No casamento, não é raro ver mulheres que ganham bem deixar os assuntos financeiros a cargo de seus maridos. É ainda muito comum ver mulheres com dificuldade para cobrar dívidas ou pôr um preço em seus serviços. Muitas sentem-se desconfortáveis por ganhar mais que seus parceiros. Quando elas conseguem se apropriar de seu direito de fazer uso do dinheiro como bem entendem, isso não acontece sem uma luta para se impor ao outro ou uma preocupação quanto às conseqüências que a realização de seus desejos pode acarretar. Ela pode pensar: “Comprei três pares de botas, mas gastei muito e sei que vou ter que pagar por essa loucura porque o outro (meu marido, minha mãe, meu filho) vai me criticar ou porque eu mesma vou me recriminar e me sentir culpada por não ter analisado as verdadeiras prioridades da situação atual da minha família”.

Quando o homem gasta para si, comprando aquela maravilhosa moto caríssima pela qual se apaixonou, gastando tudo o que tinha e mais um pouco, não é incomum isso não causar estranhamento ou crítica. Já a mulher que cede a suas ambições é vista como irresponsável, louca ou atrevida.

Dinheiro e mulher são conflitantes: se a mulher entende que é importante se ocupar dessa questão e toma a iniciativa de falar de dinheiro com os outros, se ela quer fazer acordos com o namorado ou o marido a respeito do que vão gastar, poupar, do que é de cada um e do que é dos dois, se ela cuida de seus interesses e propõe que o apartamento que ambos compraram seja posto em seu nome também, ela é vista como materialista, interesseira e fria. A feminilidade ainda pede que a mulher seja altruísta, modesta e compreensiva. A masculinidade ainda pede que o homem seja ambicioso, agressivo e calculista. Mudar essa situação depende muito de transformações sociais, culturais e políticas, sim, mas também de mudanças pessoais, com a maior conscientização do que homens e mulheres pensam e fazem a respeito de dinheiro.

Fonte: Lana Harari - psicoterapeuta (http://claudia.abril.com.br/materias/2974/?sh=28∓cnl=24)

Dicas Financeiras

1- Apenas juntar dinheiro não faz ninguém ficar rico. O importante é investir o dinheiro guardado de maneira inteligente, com visão de futuro.

2- Sabia que você pode ser dono da empresa que quiser? Basta encher alguns cofrinhos de moedas e pedir para seu pai ou mãe comprar ações da empresa que você escolher. Ações representam pedacinhos das empresas e os acionistas, quem possui ações, são seus donos.

3- Você gosta de matemática? E de dinheiro? Você sabia que pessoas com facilidade para trabalhar com números geralmente conseguem mais sucesso com finanças? Pense nisso na hora da tentação de faltar àquela aula que você achava chata. Uma dica: geralmente as pessoas que dizem não gostar de matemática têm dificuldades com a matéria. Quebre o ciclo. Estude um pouquinho mais que você vai entender melhor. Entendendo melhor, vai gostar mais. Gostando mais vai aprender mais. Aprendendo mais, vai poder ganhar mais dinheiro. Simples!

4- Junte moedinhas no cofrinho e uma vez por mês deposite na poupança ou troque na padaria por notas de dinheiro. Além de contribuir com a economia nacional, colocando as moedas em circulação, ainda há o prazer de mostrar ao seu Manoel, da padaria, que você é bom de economia.

5- Não desanime se algum mês você não conseguir atingir seu objetivo de poupança. Haverá muitos outros meses para compensar.

6- Você sabia que se comprar ações de uma empresa, e essa empresa crescer e se valorizar, você vai ganhar dinheiro com isso. Cuidado que o contrário também pode acontecer. Quanto melhor for o desempenho de uma empresa, melhor o rendimento das suas ações. Por isso, seja criterioso na hora de escolher em quais empresas quer investir.

7- Pegar dinheiro emprestado em um banco pode custar até dez vezes mais caro do que o rendimento das aplicações financeiras, no mesmo período. Você sabia disso?

8- A caderneta de poupança é a melhor porta de entrada para o mundo dos investimentos: é simples, segura e nunca dá prejuízo. Em compensação, rende pouco. Depois que você juntar algum dinheiro razoável, procure outras alternativas de investimento que rendam mais.

9- Você sabia que as pessoas que precisam pegar dinheiro emprestado em bancos ou financeiras pagam juros MUUIIITO maiores do que elas recebem quando aplicam seu dinheiro? Moral da estória: tenha sempre uma reserva de dinheiro para emergências.

10- Bolsa de valores e mercado de ações não são opções de aposta. Para isso existem as loterias. Aprenda a lidar com esse tipo de investimento e aumente suas chances de sucesso financeiro. Mas lembre-se:

• Os resultados passados, mesmo se forem os da semana passada, não significam repetição no futuro, mesmo se for a próxima semana.

• Quando se fala que ações são investimentos de longo prazo, não significa que você tenha que ficar anos e anos com o dinheiro investido nas mesmas ações. Entenda esse recado como um alerta que não existe um prazo definido para as ações se valorizarem ou perderem o valor e que é possível que os preços passem por altas e baixas até que você, e só você, decida que já ganhou o suficiente para vender e partir para outro negócio.

• Mesmo se você for arrojado nos seus investimentos e confiar muito na escolha das ações, ainda assim, use a prudência a seu lado. Não concentre demais seus investimentos nesse tipo de investimento.

Fonte: http://www.edufinanceira.com.br/infantil.php?ac=financeira